Menina flor Flor da rosa Rosa do amor Amor do verso Que canta cor Espanta tristeza Cessa o pranto Envolve feitiço Que pureza Que encanto Que olhar Que sorriso Ah! Que sorriso
O tempo nos parques é íntimo, inadiável, imparticipante, imarcescível. Medita nas altas frondes, na última palma da palmeira na grande pedra intacta, o tempo nos parques. O tempo nos parques cisma no olhar cego dos lagos, dorme nas furnas, isola-se nos quiosques, oculta-se no torso muscular dos fícus, o tempo nos parques. O tempo nos parques gera o silêncio do piar dos pássaros, do passar dos passos, da cor que se move ao longe. É alto, antigo, presciente o tempo nos parques. É incorruptível; o prenúncio de uma aragem, a agonia de uma folha, o abrir-se de uma flor. Deixam um frêmito no espaço do tempo nos parques. O tempo nos parques envolve de redomas invisíveis. Os que se amam; eterniza os anseios, petrifica os gestos, anestesia os sonhos, o tempo nos parques. Nos homens dormentes, nas pontes que fogem, na franja dos chorões, na cúpula azul o tempo perdura nos parques; e a pequenina cutia surpreende a imobilidade anterior desse tempo no mundo. Porque imóvel, elementar, autêntico, profundo é o tempo nos parques.
Queria me vestir de forma a expressar minha personalidade. E ter uma casa decorada com coisas legais que demonstrassem meu jeito. Bom, talvez esse seja meu jeito: uma casa em constante modificação e a indecisão entre cabelo liso ou cacheado, longo ou jeans, scarpin ou all star.
esse, foi o que mais gostei.
ResponderExcluirsimples,singelo, mas cheio de significados...